Etiqueta e plaqueta de patrimônio com QR code
A plaqueta você manda imprimir. A decisão é para onde o código leva.
Etiqueta de poliéster, plaqueta de alumínio, adesivo que aguenta solvente: isso a sua gráfica resolve, e resolve bem. O que fica pendente é a outra metade — o que aparece quando alguém aponta a câmera. Se for só o número de patrimônio, essa pessoa ainda vai precisar ligar para alguém.
Duas perguntas diferentes
O número de patrimônio responde à pergunta da empresa. Não à de quem está na frente do ativo.
O número existe para o inventário: diz que aquele bem está registrado, em qual centro de custo e desde quando. Isso importa, e continua importando. Só que quem para na frente da máquina às sete da manhã tem outras perguntas, e nenhuma delas cabe num número.
- Patrimônio nº 04812.
- A sigla do setor ou da unidade.
- Às vezes um código de barras que só o leitor da empresa entende.
- Onde está o manual — desta unidade, não do modelo no catálogo.
- Se ainda está na garantia, e até quando.
- O que já foi feito aqui, e o que ficou pendente da última visita.
- Quem responde por este ativo, agora.
Antes de mandar imprimir
Quatro decisões que ficam caras depois que o lote saiu da gráfica.
Trocar o material da etiqueta é um pedido novo. Trocar o que o código significa, depois de mil plaquetas colhidas em campo, é uma operação inteira. Vale resolver estas quatro antes.
Um código por ativo, não por modelo
Dez bombas idênticas precisam de dez códigos diferentes. Se o código aponta para o modelo, o histórico de uma passa a ser o histórico de todas, e a informação deixa de valer para qualquer uma delas.
Uma linha legível sem celular
A etiqueta continua precisando do número de patrimônio e do nome do ativo em texto. Quem está de luva, sem bateria ou sem sinal ainda precisa identificar aquilo a olho nu. O código soma à plaqueta, não substitui o que está escrito nela.
Espaço em volta do código
Área de silêncio e tamanho mínimo decidem se a leitura funciona na parede, na curva da carcaça e com pouca luz — não no monitor de quem aprovou a arte. A proporção prática é 10 para 1: lido a 30 cm, o código quer uns 3 cm de lado.
O que acontece quando o ativo se muda
Ativos trocam de setor, de andar, de galpão e de cliente. Se o código leva a uma pasta organizada por local, a informação se perde na primeira mudança. Se leva ao ativo, ela vai junto — sem ninguém reetiquetar nada.
Para gerar o código já com o seu logo no centro, em PNG ou no SVG que a gráfica pede, use ogerador gratuito de QR code com logo — é lá também que estão as regras completas de tamanho, área de silêncio e teste de impressão.
Divisão de trabalho
Onde o PonteQR entra, e onde não entra.
- Material e acabamento: poliéster, vinil, alumínio, placa rígida.
- Resistência a solvente, temperatura, sol e lavagem.
- Tamanho, fixação e numeração sequencial impressa.
- Um Espaço por ativo, com manual, ficha técnica e garantia.
- Histórico do que já foi feito e o contato de quem responde.
- Organização → Cliente → Espaço, para o ativo seguir identificado ao mudar de setor, de prédio ou de cliente.
Não vendemos etiqueta, não ganhamos comissão e não temos exclusividade com ninguém. Se você ainda não tem uma gráfica, Afixgraf, Minas Placa e Labelgrafi imprimem plaqueta patrimonial com QR code e atendem o Brasil inteiro — e a gráfica que já atende a sua empresa serve igual. O material é com elas; o que abre depois do escaneamento é a nossa parte.
Se o que você procura é controle contábil do imobilizado — depreciação, baixa, conciliação — isso é outro sistema, e o PonteQR não faz. Os dois convivem sem atrito: o número de patrimônio segue sendo a chave no seu inventário, e a mesma plaqueta passa a levar também à documentação do ativo. Se a sua operação é manutenção em campo, veja a página de facilities; se é chão de fábrica, a de indústria; se você vende ou aluga equipamento para outras empresas,a de equipamentos.
Perguntas frequentes
O que perguntam antes de fechar o pedido da etiqueta.
- O que imprimir na etiqueta, além do QR code?
- O número de patrimônio e o nome do ativo em texto legível, com o código do lado. O número serve ao inventário e à identificação a olho nu; o código leva à documentação. Em ambiente onde a pessoa pode estar de luva, sem bateria ou sem sinal, o texto não é opcional.
- Vocês fornecem as etiquetas?
- Não. A plaqueta continua vindo da sua gráfica — poliéster, alumínio, adesivo resistente a solvente, o que o ambiente pedir. Entregamos o código para imprimir e a página que ele abre. Ficar de fora do material é proposital: ninguém precisa trocar de fornecedor de etiqueta por nossa causa.
- Serve para inventário de patrimônio?
- Para localizar o ativo e chegar à documentação dele, serve. Para o controle contábil do imobilizado — depreciação, baixa, conciliação —, não: isso é função de outro sistema e não tentamos substituí-lo. O número de patrimônio continua sendo a chave que liga os dois.
- Qual o tamanho mínimo do QR code na plaqueta?
- A regra prática é a proporção de 10 para 1 entre distância de leitura e lado do código: para ser lido a 30 cm, cerca de 3 cm de lado. Some a área de silêncio em volta, evite superfície muito curva e teste impresso, no material real. As regras completas estão na página do gerador de QR code com logo.
- O ativo mudou de setor. Preciso trocar a etiqueta?
- Não. O código aponta para o ativo, não para o lugar onde ele estava. Mudou de andar, de galpão ou de cliente: a documentação vai junto e a plaqueta continua a mesma.
- Dá para etiquetar equipamento que é do cliente, e não meu?
- Esse é exatamente o caso para o qual a hierarquia Organização → Cliente → Espaço existe. Cada cliente fica com os seus ativos e a sua documentação separados, na mesma conta, e quem consulta — seu técnico, o técnico do cliente, o próprio cliente — não custa nada a mais por pessoa.
Antes do primeiro lote
Traga um andar, um galpão ou uma casa de máquinas.
Com a lista de ativos que você já tem, montamos os primeiros Espaços com você e você gera os códigos para levar à gráfica — nessa ordem, e não o contrário. É mais barato descobrir o que devia estar atrás do código antes de imprimir mil plaquetas.
Falar sobre os seus ativosOu escreva direto para contato@ponteqr.com.br.